Fotografia: Benedito Simões
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Queremos "outro legislativo".
domingo, 23 de janeiro de 2011
Prevenção não ganha eleição
Há quatro anos, o governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou investimentos de R$ 115 milhões para a criação de sistemas de alerta capazes de poupar vidas em catástrofes anunciadas. O dinheiro não entrou na primeira versão do PAC; deveria constar no PAC 2, ainda que reduzido a menos de um terço – R$ 36 milhões. Mas nada. Não apareceu em canto algum simplesmente porque prevenção não dá voto.
E isso vale não só para a tragédia da região serrana do Rio, que engoliu quase oito centenas de vidas e deixou outros milhares sem eira ou beira, mas para todas as áreas em que o Estado deveria se apresentar como ente educador e financiador da prevenção. É assim na saúde, na infraestrutura e, claro, na Defesa Civil, primo pobre dos orçamentos oficiais.
Políticos correm para inaugurar novos postos de saúde e hospitais, mas raros são aqueles a investir em água e esgoto tratados, que evitariam uma série de internações, especialmente de crianças, principais vítimas da irresponsabilidade dos governantes. No PAC foram concluídas apenas 8% das obras de saneamento previstas.
Adoram descerrar faixas de novas estradas, 69% delas deficientes, sendo 24% em péssimas condições por falta de manutenção, de acordo com estudo do Ipea/2009. A ponte JK, em Brasília, é um exemplo pronto e acabado disso. Acaba de ser parcialmente interditada porque desde a sua inauguração, em dezembro de 2002, não passou por qualquer tipo de manutenção. O mesmo ocorre com os linhões de energia, que só receberam algum recurso de conservação, ainda assim emergencial, depois dos apagões de novembro de 2009, que, se repetidos, poderiam ser fatais para a campanha de Dilma Rousseff.
A regra, todos sabem. Prevenir é eficiente, basta ver o resultado das polícias comunitárias na capital paulista e das UPPs no Rio. Remediar é infinitamente mais caro. Só para a calamidade serrana o governo federal já liberou mais de R$ 1 bilhão, quase 10 vezes mais do que deveria ter sido gasto em prevenção. Isso sem contar que vidas não têm preço.
Ainda assim, a maior parte dos políticos empurra a prevenção com a barriga. Possivelmente porque em ações preventivas – que muitas vezes não passam de coisas corriqueiras como limpeza de córregos, galerias, tapa-buracos, fiscalização e contenção de encostas -, não há lugar para a placa de bronze com o nome do governante da vez. Não comportam fogos de artifício, muito menos palanques.
Tudo tem um só nome: voto. E para tê-los muitas vezes bastam promessas, mesmo as sem qualquer lastro como as do PAC.
Mary Zaidan é jornalista, trabalhou nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, em Brasília. Foi assessora de imprensa do governador Mario Covas em duas campanhas e ao longo de todo o seu período no Palácio dos Bandeirantes. Há cinco anos coordena o atendimento da área pública da agência 'Lu Fernandes Comunicação e Imprensa, @maryzaidan
BlogdoNoblat
João Andrade Neto, o Picareta!


domingo, 26 de dezembro de 2010
Nada será como antes
Lula não inventou a roda nem começou do zero, mas mudou o País. Quem há de se vangloriar ou se lamentar disso?
Marco Aurélio Nogueira, O Estado de S. Paulo
Nunca antes na história deste País houve um presidente como Luiz Inácio Lula da Silva. Encerrada sua dupla presidência, nada será igual. O País que ele nos deixa é outro, para o bem e para o mal. Nem melhor, nem pior, simplesmente diferente.
Lula fez e desfez, aconteceu, circulou e apareceu, mudou o discurso do poder e o modo como a opinião pública se relaciona com seus governantes, pacificou e articulou os mais distintos interesses sociais, a ponto de sair de cena como uma espécie inusitada de glória nacional. Deixou marca tão forte na política, na administração pública e no imaginário popular que será preciso um tempo para assimilarmos sua ausência.
Lula não teve a grandeza fundacional e paradigmática de um Vargas, verdadeiro artífice do Brasil moderno, que ele forjou mediante um padrão de intervenção estatal e um “pacto” ainda hoje vigentes. Não trouxe o charme nem o dinamismo de JK, com sua fantasia industrializante de recriar o País, fazendo 50 anos em 5.
Nem sequer seria justo aproximá-lo de Fernando Henrique Cardoso, cujo refinamento intelectual fazia com que conhecesse a estrutura do País que pretendeu administrar.
Mas Lula foi diferenciado. A começar do estilo. Falastrão, debochado, emotivo, avesso a protocolos e a regras gramaticais, demarcou um território. Líder metalúrgico, filho humilde do Brasil profundo, encontrou uma fórmula eficiente de dialogar com as grandes multidões, valendo-se da exploração de uma espontaneidade que o levou a ser tratado como um brasileiro igualzinho a você, predestinado a promover a ascensão dos pobres graças à magia de uma identificação imediata.
Por ter vindo “de baixo” e carregado a cruz do sofrimento, Lula saberia como atender os pobres. A precariedade da formação intelectual e a falta de gosto por leituras ou estudos sistemáticos seria compensada pela percepção intuitiva das carências sociais. Ponha-se nisso uma pitada de sagacidade e se tem a lapidação de um mito.
O estilo Lula de ser presidente caminhou sempre de braços dados com glorificação e a autoglorificação. Foi assim, aliás, que ele abriu caminho no PT. Soube usar a aura que o cercou no final dos anos 70, quando despontou como expressão de um “novo sindicalismo” que irrompia numa sociedade silenciada pela ditadura e disponível para se emocionar com a movimentação dos operários do ABC paulista.
Criou-se assim o signo do trabalhador que se impõe a políticos, estudantes e intelectuais para fundar um partido diferente, uma política de outro tipo, um novo discurso, um distinto modo de deliberar e agir. O bordão “nunca antes na história”, na verdade, nasceu ali, colando-se a sua trajetória.
Mas é impossível diminuir o tamanho real do personagem. Num País em que as elites políticas, econômicas e intelectuais, apesar de não terem conseguido governar com generosidade, nunca largaram as rédeas do governo, a irrupção de um metalúrgico no Planalto deve ser compreendida sem ira nem ressentimento. Tratou-se de um fato excepcional, desses que podem efetivamente sinalizar que algo novo começou a trepidar no chão da vida cotidiana.
Leia a íntegra do artigo em Nada será como antes
Marco Aurélio Nogueira é professor titular de teoria política da Unesp e autor de O Encontro de Joaquim Nabuco com a Política (Paz e Terra)
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
"Não coma na mão do prefeito"
Ficou escancarado o que é a marca registrada dos finórios vereadores de Itabuna. Denúncias de toda sorte relativo a peculato e desvio de dinheiro estão à tona desnudando o ambicioso e lucrativo jogo do poder dentro do legislativo, mas isso é uma prática recorrente, nada novo. Temos uma Câmara Municipal inerte que deveria dar exemplo e é a primeira que não cumpre com o requisito da transparência e probidade, que, além disso, não fiscaliza quase nada porque não tem moral pra cobrar do executivo, pois a maioria dos vereadores têm cargos na Prefeitura, na Emasa, no Hospital de Base, etc.
Itabuna precisa de um legislativo que “não coma na mão” do prefeito, que não tenha cargos no executivo, porque é imoral e antiético, que pressione o prefeito a ser mais transparente com os gastos públicos e que use esses recursos financeiros com eficiência, compreendendo as prioridades e as limitações do orçamento. Falando nisso, o sistema de abastecimento de água da cidade está em colapso, não existe tratamento de esgoto, apesar de ser cobrado pela Emasa, falta também drenagem pluvial nos bairros e pavimentação.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Oposição vai governar 52% do eleitorado a partir do próximo ano
juntos, PSDB e DEM elegeram dez governadores
Brasília (31) – Concluída a apuração do segundo turno das eleições, as urnas mostraram neste domingo que os dois principais partidos da oposição – PSDB e DEM – governarão 52% do eleitorado a partir de janeiro do próximo ano, o equivalente a 70 milhões de eleitores. Somados o primeiro e segundo turnos, as duas legendas elegeram juntas dez governadores.
O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), comentou os resultados das eleições estaduais. “Além de vencer as eleições estaduais e passarmos a administrar o maior número de eleitores do país, o PSDB saiu mais unido do que nunca dessas eleições”, afirmou. “A partir de amanhã, começamos a trabalhar a partir dessas duas perspectivas. Continuaremos a trabalhar a favor do Brasil, das reformas e investimentos urgentes que os brasileiros reclamam, e fazendo uma oposição firme, construtiva e sem concessões.”
Em primeiro de outubro, Geraldo Alckmin foi eleito para governar pela terceira vez o estado de São Paulo, maior colégio eleitoral do Brasil. Já Antonio Anastasia conquistou a reeleição em Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral. Beto Richa, no Paraná, e Siqueira Campos, em Tocantins, completam a lista de governadores tucanos eleitos no primeiro turno.
No lado do Democratas, ainda no primeiro turno, Rosalba Ciarlini foi eleita governadora do Rio Grande do Norte e Raimundo Colombo venceu o pleito em Santa Catarina.
Já neste segundo turno, o PSDB disputou eleições em cinco estados e venceu em quatro. Marconi Perillo vai comandar o estado de Goiás pela terceira vez; Tetônio Vilela Filho venceu em Alagoas; Simão Jatene foi eleito governador do Pará; e Anchieta Junior foi reeleito em Roraima.
Conforme revelaram os resultados das urnas, o PSDB e o DEM ampliaram o número de governadores. Atualmente, seis chefes do Executivo nos estados são tucanos: Yeda Crusius (RS), Alberto Goldman (SP), Leonel Pavan (SC), Anastasia, José Anchieta Junior (RR) e Teotônio Vilela Filho (AL). O Democratas não tem nenhum candidato.
AÉCIO
Em Belo Horizonte, o senador eleito, Aécio Neves, divulgou uma nota destacando que “do ponto de vista político, o PSDB sai das eleições maior do que entrou”. Ele também fez questão de enfatizar que o candidato tucano “José Serra teve um excepcional desempenho”. E, “representou com altivez e correção, valores éticos importantes do nosso povo”.
Aécio disse ainda desejar “que a presidente eleita Dilma Rousseff honre os compromissos assumidos com a população, realize uma gestão republicana e que seu governo tenha como marca a união”.
CIDADES GOVERNADAS PELO PT SÃO AS MAIS 'SERRISTA' DA BAHIA
sábado, 9 de outubro de 2010
Amanhã será um novo dia!
domingo, 15 de agosto de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Mais de 2,3 mil candidatos podem ser impugnados
Roberto Maltchik, Fábio Fabrini, Efrém Ribeiro, Odilon Rios, Biaggio Talento e João Guedes
Em Alagoas, o MP Eleitoral pediu a impugnação de 90% dos candidatos a cargos públicos. Dos 438 pedidos de registros, 383 foram impugnados por problemas na documentação, como falta das certidões criminais.
Na lista estão os seis candidatos ao governo do estado, entre eles o senador Fernando Collor (PTB), o ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) e o atual governador Teotonio Vilela Filho (PSDB), além da vereadora Heloísa Helena (PSOL), candidata ao Senado. Na prática, 55 candidatos poderiam disputar a eleição. Os candidatos têm sete dias para regularizar a documentação.
Em muitos casos, políticos deixam de apresentar a documentação exigida para não serem agarrados pela nova lei. No Maranhão, onde o TRE pediu a impugnação de 85 pessoas, existem inúmeros casos de certidões criminais não apresentadas.
A peneira do ficha limpa pegou condenados por tráfico, homicídio, formação de quadrilha, corrupção e furto. Em Sergipe, segundo o MP, houve até fraude para driblar a lei. Não bastasse a condenação por assassinato, Rubens Oliveira Bastos (PTdoB), candidato a deputado estadual, também pode ser processado por mentir à Justiça.
Ao pedir a impugnação do registro do candidato, o procurador Ruy Mello descobriu que, para obter uma certidão negativa criminal, Bastos mudou a grafia do primeiro sobrenome. Trocou "Oliveira" por "Oliveria". A manobra deve render um novo processo por falsidade ideológica.
No Piauí, foram impetrados pedidos de impugnação contra 39 candidatos, entre eles o do primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM), o terceiro-secretário do Senado, Mão Santa (PSC), ambos candidatos à reeleição, e o ex-governador Wellington Dias (PT), candidato ao Senado.
Heráclito conseguiu liminar no Supremo Tribunal Federal (STF) para concorrer à reeleição mesmo sendo atingido pela Lei da Ficha Limpa por ter sido condenado pelo Tribunal de Justiça do Piauí por abuso do poder econômico.
Na Bahia, foram impugnadas 109 candidaturas, o equivalente a 10% do número de pedidos de registros. Entre os nomes conhecidos estão o ex-deputado Genebaldo Correia, um dos anões do Orçamento, o ex-deputado Benito Gama (PTB), relator do processo de impeachment do ex-presidente Fernando Collor, e deputado Geraldo Simões (PT), compadre do presidente Lula.
No Rio Grande do Sul, o candidato a vice-governador Pompeo de Mattos (PDT), da chapa liderada por José Fogaça (PMDB), e o atual presidente da Assembleia Legislativa, Giovani Cherini (PDT), que buscava uma vaga na Câmara, estão entre 28 nomes que tiveram as candidaturas impugnadas.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
FICHA LIMPA “MELOU” DOBRADINHA ÂNGELA/GERALDO
Segundo informações, Geraldo já começou a tirar o time de campo. Assessores dele avisaram a emissários da deputada estadual Ângela Sousa (PSC) que a tão sonhada dobradinha (com ajuda financeira) não será possível. Neste momento, o ideal é reduzir os custos, já que está entrando água no navio.
A irmã percebeu que a barca é furada, por isso, está procurando outros candidatos para conversar.
terça-feira, 22 de junho de 2010
O ERRO DO PRESENTE
O governador Jaques Wagner pode pagar o preço de quem chegou pela primeira vez ao comando do poder Executivo baiano. Não terá obras de impacto para inaugurar no período julho/agosto porque a legislação eleitoral impede. O governador será substituído nos atos de inauguração por secretários. O grande problema de Wagner foi não ter conseguido agilidade nos primeiros anos.
Em parte se deve ao que, de forma correta, alega: greves, liminares, mau tempo, enfim essas coisas. Isso, no entanto, sempre acontece em qualquer governo. Talvez o secretariado escolhido por ele (atendendo a tendências internas do PT e a aliados da vitória de 2006) não tenha sido dos melhores. Pessoas sem experiência que desconheciam por completo a máquina administrativa do Executivo.
Além do mais, houve demora em arregaçar as mangas e muita pavonice de alguns por ocupar um cargo de secretário.
Era, também, necessário estabelecer prioridades e elaborar projetos, o que sempre demanda tempo. Além de desapropriações e a tomada de medidas legais necessárias.
Nesses casos, a burocracia complica e dificulta. O governador pagou outros preços. O PAC atrasou muitíssimo na Bahia, de modo que não existe, neste programa, nada vezes nada para apresentar, pelo menos que esteja concluído.
Em projetos, sim. A Via Portuária está ancorada na Rótula do Abacaxi; a Ferrovia Oeste-Leste sequer foi licitada; o Porto Sul, em Ilhéus, continua às voltas com problemas gerados por ambientalistas e pela burocracia e, assim, o governador Jaques Wagner, embora empolgado com a gestão, se limitou a obras pequenas e médias no interior. Fez o que pôde.
Onde não havia problemas, as obras andaram como foi o caso da rótula do Aeroporto em parceria com o governo federal e o Hospital do Subúrbio (que terá inauguração física), para citar duas realizações de porte. As boas intenções de Wagner foram dificultadas pelos cronogramas atrasados e – agora direi o que não se gosta de ouvir, mas todo mundo sabe – o governador não teve ao seu lado uma boa equipe, com exceções, frise-se. Além de, em grande parte, os secretários serem fracos, o governo foi aparelhado por sindicalistas e outros militantes absolutamente despreparados para a compreensão do que é uma máquina de gestão.
No início da administração virou até piada: os sindicalistas e militantes viviam eternamente “em reuniões” vazias, apenas matando o tempo do nada fazer. Imagina-se que um segundo governo, caso seja reeleito, possa ser diferente. Aprende-se com a experiência.
O PAC de Dilma Rousseff passou longe, distante da Bahia, e o governo da União deveria liberar mais recursos para o Estado. No entanto, eram necessários projetos e de tal maneira aconteceu que o próprio Lula, numa reunião, disse a Wagner “peça a ponte Salvador-Itaparica”. Uma quimera. Esse diálogo aconteceu, segundo testemunhas presentes ao diálogo. A ponte já foi esquecida por improvável, senão por devorar recursos que farão falta em outras ações executivas.
De qualquer maneira, na área social foi possível realizar alguns programas – e nisso o governo federal ajudou.
Assim posto, as obras que, conforme este jornal ontem lembrou, deveriam ser o carro-chefe da administração petista não terão condições de ficar prontas a tempo de serem inauguradas pelo governador Jaques Wagner, e desfalcarão a propaganda eleitoral. Isso, sem dúvida, oferecerá oxigênio e discurso para seus adversários, que já ensaiam a linha de combate político-eleitoral.
Seu governo, queira-se ou não, tem sido um exemplo de democracia e eu, particularmente, prefiro a democracia e a liberdade de fazer e dizer ao tacão ditatorial da prepotência.
Há muitas obras, no entanto.
Não aquelas imaginadas para serem, em tempo, por Wagner inauguradas. O diabo mesmo tem sido a equipe e os falastrões de ideias vazias. Estas são as vivandeiras do poder.
No passado -I Nos governos carlistas (em contraponto à análise de abertura), o chefe mantinha uma estratégia para realização de obras públicas que, embora nunca me parecesse correta, para ele significava a garantia do poder. Dava certo.
Os dois primeiros anos eram para elaborar projetos e usar a mídia à larga, com entrevistas praticamente diárias, sempre às 17h (não havia internet, que exige o imediatismo dos fatos) quando, então, tinha reunido durante o dia informações nacionais que oferecia aos jornalistas.
Em troca, compunha factóides, informações pirotécnicas ou cuidava de atacar adversários.
A oposição na Assembleia Legislativa era o alvo predileto, mas, sobretudo, os líderes de correntes que considerava adversários. Enfim, diversificava as vítimas.
No passado-II Conseguia, assim, estar presente no noticiário do dia seguinte.
Enquanto usava esta forma de exercer o poder, formava caixa para a realização de obras no último biênio de administração. Nesse período, abria frentes e canteiros de obras.
Assim, procedia para mostrar presença e visitar tais canteiros o que o fazia acompanhado de um séquito de secretários, assessores e, naturalmente, da imprensa. Dava notícias com direito a fotos.
A largada forte acontecia nos dois últimos anos para ter combustível e muita pólvora para favorecer a campanha eleitoral, exibindo realizações, sempre aplaudidas pelo séquito carlista pronto a aplaudir. Embora o “estilo” fosse conhecido (ele não escondia) as informações que transmitia aos jornalistas e os maldizeres compensavam o “fazer caixa” no primeiro biênio.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Filho de GS envolido em esquema com Petrobrás
São fortes os rumores de um escândalo a estourar pelos próximos dias, envolvendo um filho de um deputado federal do sul do estado, que a sua mãe é provável candidata a deputada estadual, depois de ter perdido a eleição a prefeita.
Segundo as primeiras informações que chegam ao Pura Política, o dito cidadão filho do deputado, que tem uma “fama de arruaceiro e de praticar pequenos esquemas e negociatas com poderes públicos, prefeituras e outros, até peixes ele já vendeu na semana santa, super faturado, pode está a fechar um negocio milionário com a Petrobras no Rio de Janeiro, que lhe renderia muitos milhões de reais”. Parece que o tal "esquema" do filho do político do sul do estado está na mira de uma investigação, que pode culminar em um dos maiores escândalos político da Bahia, e deve atingir em cheio a chapa de um candidato a governador.
O mesmo teve questionado um convenio feito entre uma Associação do interior da Bahia, e uma secretaria do governo do estado da Bahia, que foram identificadas irregularidades e uma pressa excessiva (atropelando tramites normais) para que fosse liberado o dinheiro, para a Associação ligada a seu pai, daí pago o convenio em tempo recorde.
Maiores informações no Pura Política.
sábado, 22 de maio de 2010
WAGNER DIZ QUE BARRAGEM DEPENDE DA EMBASA






